Arquivo da categoria: Editoriais

EDITORIAL Nº 733 – 15/6/2018

serafim tavares
Caro leitor,
Quis o destino que em Mangualde fosse implementada a Fábrica Citroen, conhecida como PSA. Desde a sua origem até aos dias de hoje, Mangualde tem sido sempre conhecido como a cidade da fábrica Citroen, que é também uma marca de Mangualde e, desta feita, foi realizada uma iniciativa no fim de semana transato pelo clube 2CV de Mangualde, do qual sou sócio, fundador e tesoureiro nos seus órgãos.
Este Clube de 2CV organizou o 6º encontro nacional nos dias 8, 9 e 10 e a cidade ficou assim mais colorida e animada com movimento durante toda a semana de 2CV de quase todas as cores.
Desde os anos 60 que a Citroen Lusitânia catapultou o concelho de Mangualde e concelhos vizinhos para uma indústria até então nunca vista. Isto porque, naquele tempo, muita metalomecânica para a indústria automóvel era feita por cá, exceto motores e pouco mais. Mangualde, que era conhecido até então pelos armazéns de lanifícios, tornou-se assim numa vila vocacionada para a indústria, até mesmo aos dias de hoje. Mangualde continua na atualidade a demarcar-se pela agenda da indústria, fabricando a propósito da Citroen PSA, um carro Boca de Sapo DS todo feito em pedra, bastante apreciado pelos visitantes da cidade.
Granitos Pimentel e Tavares continua de portas abertas para construir novos carros em pedra, sob a alçada do Engº Luís Tavares, responsável da mesma.
A maioria dos mangualdenses desejam um carro 2CV em pedra para a rotunda de acesso à A25, à escala real, com semelhança do Boca de Sapo DS.
A quem competem estas responsabilidades é só contatar os Granitos Pimentel & Tavares, Ldª, que continua de portas abertas para esta outra grande obra a embelezar as rotundas de Mangualde.

Um abraço amigo,

EDITORIAL Nº 732 – 1/6/2018

foto editorialfinal
Caro leitor,
No último congresso do PS, o Primeiro-Ministro Dr. António Costa defendeu o aumento do salário mínimo, a flexibilidade de horário e maior facilidade de acesso ao primeiro emprego. Para que haja concordância face a estas medidas de incentivo ao emprego, tem de se ter em conta a realidade em que as entidades patronais operam.
Parece que quando estas medidas são desenhadas, tal acontece. Não aparentam ser medidas integradas e coordenadas com o contexto empresarial, principalmente com as PME, dado que para criar incentivo ao emprego, também terão de criar incentivos às empresas, assim como o primeiro emprego prevê.
Por outro lado, emprego sempre haverá para muitos. Ora vejamos. Sempre ouvimos dizer que a um bom trabalhador nunca faltou trabalho, nem faltará, e os bons trabalhadores auferem praticamente o que querem, ou próximo disso. Estes, nunca sentirão na pele o significado do vencimento mínimo nacional, até porque o que dita os vencimentos é a lei da procura e da oferta. Sempre assim foi e sempre assim será. Falo com conhecimento de causa, de situações que vivi e observei, tanto como empregado e empregador.
O aumento do salário mínimo, pode por vezes ter um efeito preverso ao desejável e levar ao desemprego, em certas empresas, certos sectores e principalmente onde as empresas se encontram a operar no limite da sua capacidade financeira. Existe uma franja na sociedade em que o funcionário não consegue produzir para ele, muito menos para a entidade patronal. As estatísticas revelam que temos neste momento três pessoas a trabalhar para cinco receberem o rendimento mínimo social. É assim que querem o país e a sociedade?
Melhorar salários equivale a maior competitividade do lado da procura, sendo que muitos já a sentem face à dificuldade em encontrar emprego, quem está desempregado e mesmo quem já está empregado.
Tem de haver equilíbrio e principalmente atrair as pessoas que recebem o rendimento mínimo social ou fundo de desemprego a voltarem ao mercado de trabalho, mesmo que a compensação monetária para elas não o justifique… Não deverá haver mais justificação para esta tolerãncia face à passividade de terceiros.

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 731 – 15/5/2018

serafim tavares
Caro Leitor,
O Presidente da República veio a público dizer, que se o governo nada fizer em relação a incêndios, pondera não se recandidatar. Até que enfim, que haja alguém que coloca os interesses nacionais acima dos interesses pessoais.
O segredo de justiça impediu a divulgação, em mais de cinco meses, do incêndio de Pedrogão Grande, mas ao tornar-se público, aí o Ministério Público autorizou a sua divulgação.
O momento mais mórbido do atual governo foi os incêndios do último verão.
Primeiro a Ministra não se demitia, dizia não ser culpada. Mais tarde, saltou da cadeira.
O responsável da proteção civil a nível nacional também dizia não ter culpa, mas este serviço acabou esfrangalhado. Eu vi com os meus olhos os Bombeiros na estrada do Coval no início de um incêndio, já ardia, e os Bombeiros deixavam arder à espera de ordem para atuar. Sei lá de onde. Ouvia-se dizer, da central que era Lisboa?
Está a chegar outro verão. Ninguém sabe o que nos espera ou para onde vamos.
É nítido que este governo e seus seguidores só se preocupam em primeiro lugar com a sua imagem, é tudo pensado e a informação estudada antes de falarem à comunicação social. Na dúvida, ou não sabendo o que vem a seguir, não se diz nada, os portugueses engolem a imagem. É este o rumo de 95% dos Socialistas.
Ao governo, a este ou outro qualquer, é exigido que governe e bem, que coloque o interesse nacional acima do interesse pessoal ou da cor política.
Quem gere dinheiros públicos que é o caso, define políticas com consequências na vida dos cidadãos. Na saúde, segurança, educação e justiça, este triângulo tem direta ou indiretamente muito impacto no bem ou no mal dos Portugueses.
No domingo transato foi o dia mundial da comunicação social e o Exmº Sr. Padre Rocha de Mangualde, falou na sua homilia a favor da transparência, um assunto de relevante importância sendo ele próprio Presidente do N. da Beira. Daqui as minhas saudações.
A transparência ou ocultação são graves, mas o problema não é dos jornalistas, mas de toda a sociedade quando esta se cala.
Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 730 – 1/5/2018

serafim tavares
Caro leitor
Vou dar-lhe a conhecer o discurso sobre o 25 de abril, no dia seguinte, na Assembleia Municipal de Mangualde.
Exmª Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Mangualde, dignissima mesa, Exmº Sr. Presidente da Câmara, Srs. Vereadores, caros colegas, público em geral, minhas Senhoras e meu Senhores:
Comemorou-se o 25 de abril, 44 anos de liberdade. Vivemos assim em democracia, em que, cada uma e cada um desfruta daquilo que planta ou plantou.
No dia 25 de Abril de 1974 eu tinha 14 anos, mas estou convencido que também assim era, exceto em tempo de guerra por que passamos. Recordo-me ouvir a meus pais e vizinhos que os bens essenciais eram confiscados. O meu avô chegou a esconder cereais em pipas que eram do vinho.
A PIDE controlava o país, mas controlava mais os desordeiros, assim como hoje, os desordeiros vão presos. Depois do 25 de abril, chamaram a todos os presos – presos políticos – o que eu duvido que fossem todos por política. Hoje, ouvimos muita gente a reclamar o antes do 25 de abril, mas eu entendo que é só um desabafo e é um desabafo por tudo o que vêm e ouvem é uma revolta que sentem pelo fato de não poderem fazer nada contra o que está mal, e têm razão, muita coisa vai mal.
Este executivo selecionou empresas para fornecer esta Câmara Municipal que é de todos os mangualdenses, que é e devia ser, mas não é.
Este executivo devia pedir orçamentos quando tem necessidade de trabalhos a várias empresas. Não o faz, prejudicando assim todos os mangualdenses.
Proclamamos liberdade, sim… Assim o parece, mas hoje existe muito mais controle do que antes do 25 de abril.
As autoridades querendo, sabem sempre onde andamos, pelo multibanco, pelo carro ou pelo telemóvel. Ninguém escapa a este controle, mas ainda assim, viva a Liberdade.

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 729 – 15/4/2018

serafim tavares
Caro leitor,
A 12 de maio de 1982 ingressei no curso da Guarda Fiscal, depois de ter sido selecionado nas provas previamente feitas.
Da minha terra Natal, fui o único a prestar serviço nesta conceituada Guarda Fiscal com o nosso RDM, que rege todas as forças militarizadas.
À conta desta corporação conheci um pouco do nosso País. Lisboa, Algarve, Peniche, Coimbra, Porto, Valença, Vilar-Formoso e por fim Mangualde, o posto por mim escolhido desde o meu ingresso.
Vou aqui contar um episódio que se passou em Vilar-Formoso. Um dia, o comandante do Posto escalou-nos para a raia com a denúncia que iam passar pessoas com contrabando, sendo que cada Guarda ficou a guardar mais ou menos 500 metros antes da passagem para Espanha.
Entramos ao serviço à meia noite. Pelas 2H30 vejo um vulto ao longe, e apercebendo-me por onde ia passar, rastejei pelos arbustos até ao carreiro da sua passagem. Assim que chegou ao pé de mim, levantei-me e a senhora derreteu-se em choros. Pediu por tudo que a deixasse ir, até pela alma da minha mãe, que à data ainda era viva. Ficou muito embaraçada e retorquiu por quem mais gostava. Vi tanto choro e contou tanta miséria que me comoveu e mandei-a embora. Pedi-lhe que nada dissesse. Já ia longe e lembrei-me: – olha nem lhe perguntei quem era. Mas o vulto e a sua altura ficaram-me sempre na memória. Quando cheguei ao posto, os meus colegas tinham apreendido dois sacos iguais que continham 400 cassetes. Por isso soube o que a senhora carregava. Isto passou-se.
Venho para o posto de Mangualde em 1987 e, em 1992, dedico-me à transformação de rochas ornamentais, ou seja, no meu início os chamados mármores, e hoje mais granito.
Um dia chamaram-me para ir a Moimenta do Dão medir uma escada em mármore, e quando estava a fazer as contas, diz a senhora: “Ai senhor faça um bom preço. Olhe que a minha vida foi muito difícil. Carreguei muito contrabando para Vilar Formoso e de lá carreguei também muitas bananas para cá”. Olhei para a sua altura e digo-lhe: “Olhe, a senhora recorda-se um dia que ia carregada com 400 cassetes e o Guarda Fiscal a deixou ir embora?”. Ela levou a mãos à cabeça e diz: “Ai senhor, como sabe? Eu nunca contei nada a ninguém”.
“-Olhe minha senhora, sabe porque sei? Porque o Guarda Fiscal era eu”.
Moral da história: quem faz bem, mesmo sem saber a quem, recebe o bem e vive tranquilo.

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 728 – 1/4/2018

serafim tavares
Caro leitor,
Desejo que tenham tido uma Boa e Feliz Páscoa, na companhia dos vossos, com boa comida e alegria. São estes os dias que mais prezamos, pois permitem-nos descansar e passar tempo com o que é demais importante: a nossa família.
Sabemos bem que a família é o que mais estimamos nesta vida, mas infelizmente a vida é feita de outras coisas, que nem sempre nos deixam tempo para estes momentos, no nosso mundinho familiar em que só há sinceridade e alegria.
Temos responsabilidades, que facilmente se tornam obrigações, e que sem querermos ou darmos conta, nos limitam no que mais gostamos: passar tempo com quem mais queremos. Com as pessoas que estão sempre lá para nós, que fazem e sempre farão parte da nossa vida. Pessoas que nos fazem parte, que celebram as nossas conquistas e sofrem com as nossas derrotas. Pessoas que são raras, e são nossas. Pessoas que partilham parte de quem somos, por sangue e por sentimento.
É o tempo de abandonar tudo o resto e focarmo-nos no que é importante. É tempo de paz. É tempo de nos aproximar-mos mais uma vez à religião que nos guia.
Há anos atrás, esta tarefa feliz era bem mais fácil, estava na agenda. Agora, também o é, na medida em que a família se reune. Mas é mais díficil medir responsabilidades profissionais, distâncias e prioridades que se impoêm. Até os telefones nos distanciam, quando de tudo fazemos para estar próximos.
Ainda assim, subsistimos, e é sempre das alturas mais alegres do ano, de reunião e valorização de quem temos.
Que haja sempre uma próxima.

Um abraço pascal,

EDITORIAL Nº 727 – 15/3/2018

serafim tavares
Caro leitor,
O tempo de casamentos é o ano inteiro, mas é claramente na primavera e no verão que as pessoas se dispõem mais a casar.
À saída da igreja, choveram rosas e arroz e os noivos passaram a correr. Felizes, abraçados e cheios de alegria contagiante. Tal e qual como nos filmes, assim é na vida real.
A menina vestida de branco, com um laço comprido, flores na cabeça e ar solene, segurava a cauda do vestido. Como no meu tempo.
Uns passos mais à frente, a menina largou o vestido, esquecida dessa tarefa, e correu a dar a mão à noiva. A menina esticou os pés e sem dobrar os sapatinhos novos, puxou pelo braço da noiva e pediu um beijo. Preferia o colo, mas a noiva não pôde pegar-lhe. A noiva distribuiu beijos, recebia abraços e retribuía sorrisos. Uma das mãos compunha distraidamente o vestido enquanto a outra permanecia agarrada à mão da menina, que a acompanhava aos saltos antes do altar.
Os sinos da igreja tocaram e tudo naquela cena ficou ainda mais nostálgico e comovente. O véu flutuava no ar, trespassado pela luz do sol. O vestido, esse, arrastava-se naquele som delicado e inconfundível. Era tudo risos e festa.
O noivo abraçava os rapazes solteiros e deixava-se abraçar por todos como uma criança feliz e orgulhosa. Ria e chorava. Ao seu lado, um rapaz com os mesmos olhos, o mesmo sorriso e o mesmo feitio, passava pela multidão com igual orgulho, escoltava o pai e estava feliz como ele, por ele.
Composto e elegante com o seu casaco e gravata, o rapaz movia-se com um propósito – serem felizes.
Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 726 – 1/3/2018

serafim tavares
Caro leitor,
Partilho uma história, que revela uma realidade entre os chamados conhecidos ou amigos de vista.
Esticando a mão, ele disse: “Olá. Como está?”
Satisfeito por ver uma cara conhecida, cumprimentei-o, apertei-lhe a mão e perguntei: “Como estão a sua mulher e as crianças?”
“- Bem”, respondeu-me acrescentando: “e as suas?”
Então, de repente, comecei a ter dúvidas. “Certamente conheço este homem, mas quem será ele?”, pensei.
Enquanto amaldiçoava a minha memória, decidi arriscar:
– Desculpe, mas não consigo lembrar-me do seu nome.
– Engraçado, disse ele. Também não me lembro do seu.
Concordamos em sentar-nos num café para resolver o mistério. Foram os empregados de balcão que esclareceram a questão.
Frequentemente, tínhamo-nos encontrado em negócios, durante bastante tempo. Alguns anos antes, tínhamos até estado juntos em frente um do outro num restaurante, sem trocarmos uma palavra. Às vezes estávamos ali sentados sozinhos, inclusive. Conhecíamo-nos, mas sem realmente nos conhecermos.
Esta experiência afetou-me consideravelmente. É sinal de como podemos ser subconscientemente indiferentes aos outros, e no entanto, as pessoas com quem lidamos todos os dias são parte da nossa vida. Se as ignorarmos isolamo-nos do mundo, e podemos até julgar que estamos a proteger-nos do mundo, quando na realidade nos tornamos mais suscetíveis.
Desde então, vejo o mundo de outra forma e acho mais fácil retribuir simpatia com um sorriso ou apertar a mão de alguém, mesmo que não o conheça, para que não volte a acontecer que nos conheçamos sem nos conhecermos. Todos os cruzamentos com pessoas trazem valor à nossa vida.

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 725 – 15/2/2018

serafim tavares
Caro leitor
Já diziam meus pais, que a pressa nunca foi boa conselheira. É inimiga da perfeição.
Enquanto estamos vivos não somos perfeitos. Estamos a percorrer um caminho e vamos atropelando uns outros e somos também atropelados. Construímos a nossa própria casa e deixamos cair uns tijolos, umas telhas e um pouco de tinta, mas é importante ter a humildade de pedir desculpa.
Quanto mais pressa temos de fazer o caminho mais provável é falharmos e errar mais. Não adianta por isso ter pressa desmesurada. Não é por correr com pressa que chegamos ao estado de perfeição que desejamos, a não ser que, a pressa acabe por nos atropelar adiantando o nosso fim. Não deseje vencer e conquistar os seus propósitos sem tempo. Eles serão alcançados no seu devido tempo se não os tornar irrealizáveis com o seu desespero. Evidentemente, devemos ser dinâmicos e eficientes, procurando desenvolver as nossas potencialidades com coração e energia, mas vamos com calma. O mundo também não foi feito num só dia. Até Deus, que tudo pode, foi com calma.
O pior castigo do desmesurado é que nem sequer tem tempo para apreciar as suas tão apressadas vitórias.
Vamos dar valor à vida, vivê-la sem rodeios e fronteiras, no fundo ser feliz que é o desejo de cada um.

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 724 – 1/2/2018

serafim tavares

Caro leitor
Por norma não sou arrumado, mas sou organizado pessoalmente. Não fomento a desordem e não me procurem no caos. Lá não é o meu lugar.
O meu caminho firme é a harmonia. A beleza das coisas, a ordem e o cuidado por todos os seres, assim eu possa. Existem pessoas desordeiras por natureza e até lhes dá algum gozo. Comigo não mexem e não me trazem desordem. Não sou contra tais pessoas, mas também não servem de exemplo para ninguém. Os desordeiros acredito, nunca serão felizes. Ideal mesmo é a ordem, nas relações com as pessoas, no trabalho, em casa, no campo, no trânsito, etc.
Uma pessoa desprendida é por norma desorganizada e tem um comportamento generoso do qual dispõe de tudo em favor do próximo. Uma pessoa desprendida é sempre admirada e assim deve ser seja pelo seu desapego, seja pela sua generosidade. De nada vale pena, agarrar-se a coisas transitórias, nem ser avarento, querendo tudo para si.
Nada se leva para o outro mundo, a não ser o primor espiritual e o bem que se praticou na terra.
Evite atribuir por isso, aos bens materiais um valor que não existe. São importantes, sem dúvida. Sem eles também não se vive, mas não são definitivos. Acumule sim, um tesouro para a eternidade.
A ganância prejudica-o sempre, deixa de viver a sua vida para viver a vida dos outros. Não deixe que isso aconteça.
O nosso destino repousa nas mãos de Deus e está sempre nas nossas mãos. Podemos sem dúvida dizer que somos tudo para o bem ou para o mal do nosso destino. Por outro lado temos que reconhecer que ele não nos pertence já que somos senhores da vida e da morte.
Vamos então decidir o que fazer com a graça de ter um nome e com o milagre de viver.
Fica a derradeira pergunta:
O que fazer com este milagre da vida? Vivê-la medrosamente alienando-se da responsabilidade de florescer? Ou abraça-la apaixonadamente para a glória de Deus e o bem dos outros.
Diante dos infortúnios, há quem diga: é o destino!
Deus e a vida no entanto dizem: luta, engrandece o destino que tens. Por isso, eu já disse aqui muita vez, que cada vez que a sorte me bate à porta, encontra-me a trabalhar.
Abraço amigo,