Arquivo da categoria: Editoriais

EDITORIAL Nº 762 – 1/10/2019

isabel
Caros conterrâneos,
Aproximam-se mais umas eleições legislativas e a nossa responsabilidade social urge-nos de ir votar. Ainda que fazer parte da abstenção não seja anti-democrático, ir votar é o nosso dever enquanto cidadãos. Devemos ter participação social e política e envolver-nos nos processos de tomada de decisão. O nosso voto garante o pluralismo partidário e permite responsabilizar os governantes face aos resultados atingidos no exercício das suas funções. É o nosso voto que garante a legitimidade do Parlamento. Não podemos permitir que o poder seja decidido por alguns e pareça garantido a poucos. Quando a abstenção é alta, damos azo a que se criem subterfúgios ao processo democrático de eleição, como tem sido a geringonça. Figuras políticas do género minam a necessidade de reforma e a coerência estratégica no longo-prazo do governo. Vote.
A abstenção tem vindo a aumentar nos últimos anos e mesmo em Mangualde não é excepção. Mangualde tem tido maior abstenção relativamente à abstenção a nível nacional. Em 2015, tivemos mais de 50% de abstenção. Temos de contrariar esta tendência. Por isto, pedimos aos nossos leitores para irem votar no Domingo, caso ainda não o tenham feito antecipadamente.
Os melhores cumprimentos,
Isabel Tavares

EDITORIAL Nº 761 – 15/09/2019

patrao
Caro leitor
Era eu pequeno, cinco seis anos de idade e ouvia dizer que anda meio mundo para enganar outro meio. Atualmente eu digo, que já é mais de meio a querer enganar o resto. Até miúdos mimados já tentam fazer isso.
Estamos sempre dependentes de outros que pouco produzem ou nada fazem. São estes, que têm tempo e gosto em criticar os demais. Venha a nós o vosso reino! Que Deus me perdoe. Acontece que isto é o que sucede em sociedade, na democracia e na economia coletiva. Uns, ajudam outros que contribuem menos para si mesmos e/ou para a comunidade. Existe uma certa incapacidade por parte dos estados soberanos e organizados para fazer face às responsabilidades que lhes estão atribuídas e dar melhores condições de vida aos seus povos. É este o principal mandato para o qual são democraticamente eleitos: salvaguardar os direitos fundamentais de que a humanidade depende e garantir o cumprimento dos deveres. Devem ser inequívoca e rigorosamente acautelados. Por isso, é necessário e é obrigação dos povos conhecer as leis com que se regem, os seus direitos e deveres, para agirem como guardiões dos mesmos e da sua liberdade. Quem se atreve a pôr em causa os sistemas instituídos como um garante de ideias que consagram? Portugal está 15 ou 20 atrás em relação a alguns países. Basta ver os noticiários. O pautado em lei pelas letras da constituição da república, ao esvaziarem de conteúdo o visado auxilio aos mais necessitados e carentes é que a sociedade deve cumprir e vigiar. Deve de igual forma, apadrinhar o património da democracia e da liberdade, respeitando assim a diferença e os ideais de cada um.
O estado tem como dever primeiro, cuidar e salvaguardar os interesses do cidadão no que concerne aos direitos humanos. Neste século XXI não se aceita que o conceito de sociedade e até mesmo de comunidade sejam postos em causa, sem que sejam assumidas responsabilidades nas limitações às prestações de cuidados de saúde e serviços de primeira necessidade às populações, não esquecendo nunca o ambiente. A democracia não pode perder credibilidade e deve fazer chegar aos seus destinatários o tudo já exposto, sem atentados cruéis e autoritários de personagens incompetentes, juvenis, capacitados com mandatos. Para isso o povo tem de saber em quem vota.
Diz o povo e com razão: “o que há-de dar quem nada tem”?

Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 760 – 1/9/2019

serafim tavares

UMA VEZ QUE SOU CANDIDATO A DEPUTADO PELO CIRCULO DE VISEU, PELO PARTIDO NÓS ALIANÇA, DEIXO A MINHA BIOGRAFIA

SERAFIM FERREIRA GOMES TAVARES
Quis Deus e meus pais que, no primeiro dia de Agosto de 1959, fosse, Serafim Ferreira Gomes Tavares, interveniente neste mundo e, desde cedo, junto da família empenha-se na colaboração direta com as atividades que seus pais exerciam. Dois anos trabalha na construção civil, de seguida é chamado a cumprir o serviço militar, em Janeiro de 1980.
A Guarda Fiscal foi o próximo passo, onde entra a 12 de Maio de 1982 na Escola de Queluz em Lisboa, em que num universo de mil candidatos, obtém o lugar de 392, sendo colocado a exercer estas funções no posto de Alvor, Portimão.
Contrai matrimónio no primeiro dia do ano de 1983 com Maria de Lurdes de Almeida Pimentel e nasce o primeiro filho em 1986, Luís Carlos Pimentel Tavares, mestre em Engenharia Civil e em 1988, nasce Isabel Pimentel Tavares, Licenciada em Economia, mestre em Economia Internacional e Estudos Europeus ambos pela Universidade Coimbra e pós Graduação em Análise Financeira em Lisboa. Como tal, pede transferência para o batalhão nº4 em Coimbra onde entra em 1985. Passou pela 5ª Companhia em Aveiro, onde ….

EDITORIAL Nº 759 – 1/8/2019

patrao
Caro leitor
No fim de semana passado, dia 27 de julho, a Citroen comemorou o seu aniversário – um século. A fábrica em Mangualde, que é uma marca da qual os mangualdenses se orgulham, também quis festejar este marco histórico com um pouco de barulho e graças a todos aqueles que com os seus carros e a seu custo quiseram desfilar pela Cidade de Mangualde.
A Citroen PSA já não é o que era. Em tempos longínquos pagava bons ordenados e era fácil viver para quem trabalhava na Citroen. Atualmente o vencimento é igual ou inferior a outra qualquer, por exemplo Lusofinsa em Nelas 1000 euros com três anos de serviço e a Citroen com 20 anos, na casa dos 700 euros.
Em tempos não muito distantes, as compras da mesma eram feitas em Mangualde e em Mangualde cresceu o comércio local. Hoje em dia, nada é comprado cá em Mangualde, vem tudo de fora.
Defendo a sua continuidade mas coloco em causa o ambiente. Há muitos anos atrás, no tempo que eu era lá Guarda Fiscal, o resto das tintas e lixo iam pelo esgoto abaixo, hoje não sei como são tratados, possivelmente cá fora ninguém sabe.
Esta empresa assim como outras, atualmente, vive com subsídios do Estado Português que todos nós pagamos, em tempos de outrora não era um balão, vivia com contas e lucros.
Quando o Estado Português deixar de meter lá os nossos impostos, fecha no mesmo dia. Todos os funcionários que lá trabalham podem viver descansados e sem percalços porque dentro de uma década vai continuar assim, porque é a política Económica Europeia. Bem ou mal é assim… há duas formas de ser empresário, uma, é que seja tudo do Banco (Estado) os bancos fecham pagamos nós, outra, que é a minha forma, é que seja tudo do empresário e nem sequer ter necessidade do banco. Quem é que está certo possivelmente o que nada tem. São os tempos que correm. Eu sou do tempo antigo, mas sou feliz.

Um abraço e boas férias a 1 de setembro cá nos encontramos novamente.

EDITORIAL Nº 758 – 15/7/2019

patrao
Caro leitor,
Este mundo tem tudo: o bom e o mau. Escolher o caminho é uma decisão sua, e apenas sua. Depender de alguém gera um sentimento de frustração e faz com que você se sinta uma pessoa triste e não realizada. Ser dependente de outrem, não é modo para atingir um estado, depende sempre de si.
Não confie em demasia em quem lhe diz que o seu modo de fazer as coisas não é o mais correto, analise os ideais nos quais acredita, de forma a decidir com um pensamento só seu e defenda-o até quando entender que está certo.
Não se dedicar só à sua vida, para se dedicar à de outrem, ou a redes sociais é um erro que pode vir a pagar muito caro. No trabalho, ou em casa, esqueça as redes sociais. Dedique cada vez mais tempo à sua família. Lembre-se que a maior parte do que é publicado nas redes sociais pode ser fabricado.
Ter pensamentos, projetos ou teorias é bom, mas tem de coloca-los em prática. O meu cunhado António disse-me à 27 anos atrás: “- Os teus projetos são realidades”. Não deixe que os seus planos continuem a ser sonhos, comece a realizar os pequenos para depois passar para os mais arrojados, não se subestime em demasia. Não deixe que a sua vida pessoal seja afetada negativamente pelo trabalho, encontre sempre tempo para cultivar amizades e paixões. Olhe por si, dedique tempo para seu crescimento pessoal e bem estar, aprenda a respeitar-se a si e à sua pessoa, só depois saberá respeitar os outros. Não se deixe levar pelas incertezas e medo. O mundo está em constante mudança, devemos sempre lembrar-nos do nosso percurso. Só assim faremos escolhas acertadas. O passado ajuda a afinar o presente rumo ao futuro com os pés bem assentes no chão, ajuda-nos a ser mais concretos na realização dos nossos planos.
Ninguém é feliz todo o tempo a 100% mas faça boas escolhas e será mais feliz.

Um abraço amigo,

EDITORIAL Nº 757 – 1/7/2019

patrao
Caro leitor
O que conta é hoje. O passado simplesmente ajuda para afinar o presente rumo ao futuro.
Lembre-se que o amanhã pode não existir, porque a corrente o leva embora, ninguém tem a vida fechada numa mão, e nunca mais voltará.
Nós nunca apanhamos a mesma água num rio o tempo é como um rio, depois, a vida acaba.
O tempo passa e as oportunidades vão embora, as crianças crescem e fazem o seu caminho, arriscamos chagar tarde, perdemos o entusiasmo, temos que entender que com o tempo as nossas propriedades mudam e mesmo assim deixamos tudo para depois, como se depois fosse a solução, geralmente pensamos, ou nem sequer pensamos, depois te ligo, faço isso mais tarde, amanhã faço. Deveríamos mudar este pensamento por agora e hoje, não podemos deixar para depois tudo aquilo que deixa de estar na nossa mão.
O tempo é o ouro da sua vida e só você pode decidir como usá-lo. Quando você olha para o relógio, já chegou a hora do jantar. Quando olha para o calendário já acabou o mês e sem dar por ela outro ano vai começar.
Quando é criança, olha para os seus avós e pergunta-se: “será que chego à idade deles?”. Quando você chega à idade deles olha para trás e pergunta: “como é possível que os anos tenham passado tão rápido?”. Sem que você dê conta os anos passam e quase sempre você adia coisas que são realmente importantes na sua vida. Passar o tempo na companhia dos próprios filhos, da família ou dos amigos…
Muitas pessoas passam os melhores anos da sua vida numa eterna corrida para o sucesso e o dinheiro. Acabam sem a família. Que importa o sucesso e o dinheiro!! Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, porque pode ter a notícia mais ruim da sua vida e pode mesmo nem sequer ter notícia…

Abraço amigo,

EDITORIAL º 756 – 15/6/2019

patrao
Caro leitor
No passado dia 10, celebrou-se o Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portugueses. É de salutar que estas festividades tenham saído de Lisboa, e desta feita, os Portalegrenses estiveram por um dia em festa, mas não podemos descorar que, onde houver um Português, está Portugal e, estamos nos quatro cantos do Mundo.
Parabéns também para os Açores que neste dia celebrou o dia da Autonomia.
Na atualidade não se fala de guerra, mas temos militares a integrar os três ramos das forças armadas que, com zelo e competência, estão a cumprir missões de segurança e paz no exterior.
Um abraço aos países Lusófonos, somos a sexta língua mais falada no Mundo com cerca de 250 milhões a falar Português, todos caminhamos pela História – de ontem, de hoje e de amanhã. Que todos os anos neste Dia se renove e fortaleça a importância de motivar os mais jovens para a caminhada de um Portugal melhor, mais justo e mais solidário.
O nosso Presidente da República veio apelar à União e à justiça enaltecendo Portugal. Dizia minha mãe que Deus tem “de que vale muitas galinhas a juntar, se uma só espalha tudo”. Aqui, é ao contrário, uma quer juntar, quando a maior parte só sabe esbanjar.
Vivam as Comunidades, Camões e viva Portugal.
Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 755 – 1/6/2019

patrao
Caro leitor,
Domingo, dia 26 de maio de 2019, Portugal foi a votos para eleger os 21 representantes para o Parlamento Europeu. Acontece porém que os Portugueses mostraram o seu descontentamento com esta eleição. Os intervenientes não estiveram à altura de elucidar os Portugueses daquilo que vão fazer e, mesmo os que lá estiveram e até voltam a estar, nada disseram do que têm feito. Foram mudos e vêm calados. Dedicaram-se exclusivamente a falar de Portugal, quando a eleição é europeia, devem sim representar Portugal no enquadramento coletivo Europeu, ou seja, defender os interesses de Portugal essencialmente nas políticas europeias das pescas, agricultura, mercado de trabalho, fundos estruturais, desenvolvimento económico e ambiente. 69,33% dos Portugueses disseram não acreditar nestes senhores. A verdade é que vão os mesmos 21 eurodeputados. Depois de todos estes dias já passados, se o caro leitor fizer uma retrospetiva da campanha e tentar lembrar-se do que foi apresentado aos Portugueses por qualquer um dos candidatos vê e dá-se conta que nada foi importante ou se mostrou decisivo, daí os 69.33% de abstenção.
A conclusão é que a grande força política que ganhou foi a abstenção. As pessoas decidiram não se sentar à mesa de discussão e cada vez mais têm por garantida a democracia que tanto nos custou a conquistar. Cresce a perceção de impotência e “são todos iguais”. Já chega. Tem de se repensar a maneira como se faz política e, principalmente, em maneiras que possam facilitar o voto. Vivemos num mundo cheio de informação e instrumentos que agilizam as nossas tomadas de decisão, isto tem de ser equacionado. É um nosso dever de cidadania que está em incumprimento. Não podemos permitir que assim continue.
Na página 7 deste seu Jornal são publicados os resultados do nosso Concelho, inclusive de alguns anos atrás para que possa comparar, e ver com os seus próprios olhos, a debandada de um partido…

Abraço amigo,

Viva a liberdade que tanto prezo.

EDITORIAL Nº 754 – 15/5/2019

patrao
Caro leitor
Todos os políticos que se prezem devem informar o eleitorado da sua condição, ou seja, o seu passado, no mínimo, que mais não seja, com o registo criminal, como aqui expresso o meu, embora, não me reveja na política.
registo

Viva a liberdade.
Abraço amigo,

EDITORIAL Nº 752 – 15/4/2019

patrao
Caro leitor
Viva amando a vida e tenha amor pelos grandes horizontes. Nunca deseje pouco nem se contente com pouco, mas também não perca as estribeiras, tem e deve ter consciência daquilo que é capaz. Sonhe alto e invista fundo, mesmo sendo isto um risco. Vale sempre a pena tentar, ainda que se possa magoar…
Grandes descobertas e conquistas, se fizeram com o fogo de um grande amor, o amor deve estar em tudo que nos rodeia.
Quem voa baixo acaba por não experimentar o envolvimento das alturas e nem chega a conhecer paisagens mais amplas, logo pode não estar a cumprir com os desígnios para os quais veio a este Mundo.
O amor é uma força e uma bênção, podendo também ser apenas um impulso transitório e, como tal, deve-se diante dele, ter cuidado e prudência, pois pode ser fogo de perdição. Por isso previna-se, para que o amor não o domine, fazendo-o perder o bom senso e a razão. Mas, pior do que uma pessoa ferida, por amor, é quem por falta dele, é frio e seco, por nunca ter marcado encontro com o fogo ardente da vida.
Feliz Páscoa.
Abraço Amigo