Arquivo mensal: Abril 2017

EDITORIAL Nº 706 – 15/4/2017

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Caro leitor,
Nas poucas palavras que este espaço me permite, e depois de tornar pública a minha candidatura a Presidente da Assembleia Municipal de Mangualde, gostaria de agradecer aos muitos mangualdenses que me demonstraram apoio e carinho, enquanto enfrento este novo desafio pessoal e profissional em prol das pessoas desta comunidade Mangualdense.
Quero, acima de tudo, transmitir a todos que sou e continuarei a ser, o mesmo Serafim Tavares que vieram a conhecer, quiçá de agora então, com responsabilidades acrescidas neste trabalho árduo que se avizinha, ao serviço público e por conseguinte para o bem comum.
Sempre disse e repito, que o futuro a Deus pertence. Alguém disse um dia na nossa praça que acima de Mangualde, só Deus. Acrescento ainda toda a família mangualdense, porque se o nosso próximo estiver bem, também nós estaremos.
Desde que anunciei a minha candidatura, tomei conhecimento de outra perspectiva, que agora partilho “ao contrário do que se tem verificado nos últimos anos, o Presidente da Assembleia Municipal não deve ser da mesma cor política do Presidente de Câmara. Este argumento valida a idoineidade e fomenta a discussão interventiva e participativa de todos os partidos, leia-se de todas as ideologias, que vem a garantir que todos os órgãos funcionem com a devida isenção e que a acção da Câmara seja assegurada em todos os campos necessários. É importante manter a separação partidária entre estes órgãos de debate político e dar azo a uma discussão entre cidadãos. Deve-se garantir que a politica local fomenta um debate democrático, que diferentes crivos são aplicados e diferentes opiniões são discutidas.”
No cenário existente, há quem defenda, até com razão, a extinção deste orgão, sendo da mesma cor política, e sem agenda própria, não funciona e é um desperdício do erário publico, i.e. dos impostos de cada mangualdense. Porque alí nada é alterado em relação ao que o Camarário apresenta e facilmente é aprovado. Aplica-se, neste caso, o ditado popular de comer pela boca de outro…
Comigo os mangualdenses vão estar a par e passo da governação do nosso concelho.

Um abraço amigo,

SANFONINAS

dr. jose
Um banco vazio e… um banco ocupado
Há dias, no passeio com os netos pelo bairro, deu-me na veneta de seguir rumo diferente e passei por um recanto bem sossegado. Jardim cuidado, dois bancos, caixote para o lixo, distribuidor de sacos para os detritos caninos. Um melro saltitava pela relva e, na varanda de um rés-do-chão, o canito ladrou-nos compulsivamente, como que a dizer que não era aquele um território por onde humanos devessem passar.
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IMAGINANDO

francisco cabral
Parte 12
Continuação
Asia- Civilização Chinesa- Relatos dão-nos conta que para este Continente se deslocou um elevado grupo de Lemurianos que ocuparam a base dos Himalaias, Tibete, Mongólia e que encontraram no grande deserto de Gobi tal como em outras regiões, lindas paisagens com maravilhosos jardins e rios, habitat de Seres Galácticos. ( Período da Pré-história, antes do Neolítico).Tornar-se assinante para continuar a ler…

CONSULTÓRIO

dr. raul
Fibromialgia
A fibromialgia é uma doença, mal diagnosticada, que se acompanha de dores generalizadas. A dor, ao tender limitar os movimentos, faz com que muitos dos portadores de fibromialgia tenham uma vida activa bastante diminuída. Mas, um estudo levado a cabo em portadores de fibromialgia, mostrou que se estes realizassem, todos os dias, um mínimo de 30 minutos de actividade física iriam sentir a dor diminuir em 35%, ou seja, cerca de um terço.
Lembrar a Fibromialgia
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Rastreio do Cancro da Mama em Mangualde

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O cancro da mama é um problema de saúde pública, apesar de não ser dos mais letais, têm uma alta incidência e uma alta mortalidade, sobretudo na mulher (apenas 1 em cada 100 cancros se desenvolvem no homem).
Atualmente em Portugal surgem 6000 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja, 11 novos casos por dia, morrendo por dia 4 mulheres com esta doença.
Para obviar a este estado calamitoso o exame clínico e a mamografia são meios para um diagnóstico precoce.

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Redução do número de alunos por turma avança já no próximo ano letivo

No ano letivo 2017/2018 inicia-se já o processo de redução do número de alunos por turma, como medida importante no conjunto das políticas de promoção do sucesso escolar e como potenciadora da melhoria das aprendizagens. A correlação positiva entre a dimensão da turma e o sucesso escolar tem em conta um conjunto de estudos, nacionais e internacionais, valor que aliás se reforça no caso dos alunos em contexto socioeconómico mais desfavorecido. Por este motivo, o Ministério da Educação assumiu como prioridade a adoção da redução progressiva do número de alunos por turma nos inícios de todos os ciclos dos ensinos básico e secundário das escolas dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), que passarão a contar com as dimensões pré-2013. A aplicação paulatina da medida, nesta primeira fase, privilegia a continuidade pedagógica das turmas já formadas, mas também o trabalho junto das comunidades educativas que mais poderão beneficiar de uma abordagem individualizada. O processo de redução do número de alunos por turma tem, assim, início em 2017/2018 em perto de mil escolas TEIP de todo o território continental, onde estudam cerca de 200 mil alunos, prevendo-se o aumento do universo nos anos letivos seguintes. Cerca de cinco anos depois da introdução de uma medida reconhecidamente penalizadora para o sistema de ensino, é dado início ao necessário processo de correção. Esta medida, prevista no Programa do XXI Governo Constitucional, acompanhada da concretização de outras já em vigor, como o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar e da criação de tutorias, não só combate o insucesso escolar, fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem, como favorece o trabalho desenvolvido pelos docentes em contexto de sala de de aula. Esta medida consta do despacho de matrículas já publicado no Diário da República.