Arquivo mensal: Julho 2017

EDITORIAL Nº 713 – 1/8/2017

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Caro leitor,
A seguir à primavera, em que tudo floresce, o verão é a época mais desejada do ano, pois é no verão que a maior parte das pessoas gozam as suas merecidas férias.
Quando era pequeno, recordo-me da chegada e da partida dos meus irmãos mais velhos que se encontravam emigrados. Enchiam a aldeia de alegria, com abraços, beijos, prendas e visitas aos familiares, vizinhos e velhos amigos. Vinham também às festas e cumpriam as tradições que nunca esqueceram. Para os aldeões era uma festa. Enchiam-se os cafés, as ruas e o largo da Capela, onde se ligava a internet naquele tempo. Os emigrantes traziam vida às aldeias, que sem eles ficariam paradas no tempo e mais cinzentas. A aldeia ficava mais rica e o País também.
Enquanto isso, continuávamos a travar a mesma luta diária: amanhar a terra, a sacha do milho, a rega, a ceifa e a debulha à luz da candeia para encher o celeiro, em preparação de mais um inverno que se adivinhava. Recordo-me de tudo isto com saudade, apesar da dureza do trabalho. Recordo-me também da partida dos emigrantes e da tristeza que se fazia sentir pelas ruas da aldeia. Por entre muito choro e abraços, lá partiam levando mais uma vez na mala as recordações da terra e os seus frutos. Recordo-me da minha sobrinha, hoje médica, que quando cá esteve um ano com os meus pais, a minha irmã e cunhado vieram de férias. Ela era para continuar cá, mas na despedida dos seus pais chorou tanto, que a minha irmã não conseguiu deixá-la e levou-a.
O destino fala por si, mas só com trabalho é que o homem vence. Como já disse aqui um dia, cada vez que a sorte me bate à porta, esta encontra-me a trabalhar.
Hoje em dia, muitos emigrantes são de novas vagas de emigração, de gerações cada vez mais novas, que deixam inclusive cidades para conseguirem ter qualidade de vida no estrangeiro. É com pesar que se vêm mais emigrantes e um Portugal que não oferece condições de vida aos muitos portugueses que as procuram. Esperemos que um dia voltem para encontrar um País que os acolha e acarinhe.
Viva a vida e férias felizes e a 1 de setembro cá nos encontraremos novamente.

Um abraço amigo,

UMA QUESTÃO DE SAÚDE

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Aleitamento Materno – porquê amamentar?
Amamentar é um ato natural e constitui a melhor forma de alimentar, proteger e amar o seu bebé.
Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde (OMS), em associação com a UNICEF, tem vindo a empreender um esforço mundial no sentido de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
As recomendações da OMS relativas à amamentação são as seguintes:
• As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade;
• A partir dos 6 meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno;
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NECROLOGIA

FALECERAM
JOSÉ MARTINS LEITÃO, 85 anos de idade, casado com Maria Emilia da Encarnação da Silva Martins Leitão, natural de Farminhão – Viseu e residente em Mangualde, sepultado no cemitério de Santiago – Viseu

ANTÓNIO FONSECA AGUIAR, 87 anos de idade, viúva de César Albuquerque, natural de Rãs – Sátão e residente em Santa Luzia – Mangualde, sepultada no cemitério de Mangualde

SERAFIM SILVA CARVALHO, 73 anos de idade, casado com Natália Santos Pereira, natural e residente em Mesquitela, sepultado no cemitério de Mesquitela

HORÁCIO FONSECA MARQUES, 87 anos de idade, natural e residente em Contenças de Cima, sepultado no cemitério de Santiago de Cassurrães

HORÁCIO DUARTE TERRAS GONÇALVES, 62 anos de idade, casado com Maria Alcina Marques Barbosa Gonçalves, natural de Castanheira – Guarda e residente em Cunha Baixa, sepultado no cemitério de Cunha Baixa

MARIA DO CÉU BERNARDO JÚNIOR, 83 anos de idade, casada com António Campos Almeida, natural de Penalva do Castelo e residente em Mangualde, sepultada no cemitério de Mangualde

22º FESTIVAL DE FOLCLORE DO RANCHO FOLCLÓRICO

“OS ROUXINÓIS DO DÃO DE FAGILDE” – Mangualde
DIA 06 DE AGOSTO DE 2017 – DOMINGO
No próximo domingo o Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão” vão realizar mais um aniversário do qual faz parte o seguinte programa:
Pelas 17h30 será a concentração dos Grupos junto à Sede da Associação e às 18h00 terá lugar o Lanche/Convívio:
Às 19h30 tem lugar a apresentação dos Grupos e entrega de Lembranças, seguindo-se o festival com atuação dos seguintes Grupos:
Rancho Folclórico “Os Rouxinóis do Dão de Fagilde” Fagilde – Mangualde
Rancho da Praça Rendilheiras de Vila do Conde – Vila do Conde
Rancho Folclórico D’Alegria de Vila Meã – Vila Meã – Carregal do Sal
Rancho Folclórico de Chavães – Chavães – Tabuaço

A anteceder o festival dos Rouxinóis do Dão, terão lugar nos dias 4, 5 e 6 as Festas de Fagilde.
No dia 04 às 22h00 atua o Grupo Musical “BANDA EUROPA”. No dia 05 às 22h00 é a vez do Grupo Musical “MAGMA” e a finalizar, no dia 06 às 22h00 entra em palco o Grupo Musical “FAX”