Arquivo diário: 5 de Junho de 2018

EDITORIAL Nº 732 – 1/6/2018

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Caro leitor,
No último congresso do PS, o Primeiro-Ministro Dr. António Costa defendeu o aumento do salário mínimo, a flexibilidade de horário e maior facilidade de acesso ao primeiro emprego. Para que haja concordância face a estas medidas de incentivo ao emprego, tem de se ter em conta a realidade em que as entidades patronais operam.
Parece que quando estas medidas são desenhadas, tal acontece. Não aparentam ser medidas integradas e coordenadas com o contexto empresarial, principalmente com as PME, dado que para criar incentivo ao emprego, também terão de criar incentivos às empresas, assim como o primeiro emprego prevê.
Por outro lado, emprego sempre haverá para muitos. Ora vejamos. Sempre ouvimos dizer que a um bom trabalhador nunca faltou trabalho, nem faltará, e os bons trabalhadores auferem praticamente o que querem, ou próximo disso. Estes, nunca sentirão na pele o significado do vencimento mínimo nacional, até porque o que dita os vencimentos é a lei da procura e da oferta. Sempre assim foi e sempre assim será. Falo com conhecimento de causa, de situações que vivi e observei, tanto como empregado e empregador.
O aumento do salário mínimo, pode por vezes ter um efeito preverso ao desejável e levar ao desemprego, em certas empresas, certos sectores e principalmente onde as empresas se encontram a operar no limite da sua capacidade financeira. Existe uma franja na sociedade em que o funcionário não consegue produzir para ele, muito menos para a entidade patronal. As estatísticas revelam que temos neste momento três pessoas a trabalhar para cinco receberem o rendimento mínimo social. É assim que querem o país e a sociedade?
Melhorar salários equivale a maior competitividade do lado da procura, sendo que muitos já a sentem face à dificuldade em encontrar emprego, quem está desempregado e mesmo quem já está empregado.
Tem de haver equilíbrio e principalmente atrair as pessoas que recebem o rendimento mínimo social ou fundo de desemprego a voltarem ao mercado de trabalho, mesmo que a compensação monetária para elas não o justifique… Não deverá haver mais justificação para esta tolerãncia face à passividade de terceiros.

Abraço amigo,

IMAGINANDO

francisco cabral
Continuação da parte 37
Como fazemos para repararmos nossos erros?
Quando se dá a morte física, a Alma separa-se de corpo físico continuando sua caminhada. No acto da separação e em fracção de segundos numa projecção da nossa consciência, temos “um Filme” do que fizemos enquanto habitámos o planeta e actuámos para com nosso semelhante.Tornar-se assinante para continuar a ler…

REFLEXÕES

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DEMOCRACIAS DO MEDO
CHECOSLOVÁQUIA – Viajando pelo espanto
É bem verdade que a vida é que nos ensina… E por isso é que, quando a vida é longa, fica-se um “poço” de sabedoria. Contudo, não é por isso, pelo facto de já termos passado por um sem número de situações surpresa, que conseguimos evitar sermos ludibriados, sermos verdadeiramente atropelados na nossa dignidade, na boa vontade e nas nossas convicções, quando menos esperamos e por quem menos esperamos. Tornar-se assinante para continuar a ler…

consultório

dr. raul
DOUTOR, DÓEM-ME AS COSTAS!
As costas podem ser a causa de muito sofrimento – as célebres “dores nas costas”! Tenham o nome que tiverem – dorsalgia, lombalgia, lumbago ou, ainda, hérnia discal ou ciática – são dores que são motivo de queixas em muitas das pessoas que nos rodeiam ou, mesmo, em nós próprios.
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LUA AZUL

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Reabriu recentemente no espaço “Brico Azurara” na Zona Industrial da Lavandeira, o Café Snack Bar Lua Azul.
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PSD DE MANGUALDE COM NOVO RUMO

Luis Amaral
No dia 2 de junho de 2018, os órgãos locais de Mangualde do Partido Social Democrata foram a votos, tendo em vista a definição da nova direção política concelhia do partido, bem como da Mesa do Plenário local para os próximos dois anos e que, previsivelmente, vão ter a responsabilidade de gerir o próximo processo eleitoral autárquico que, como é sabido, ocorrerá no ano de 2021.
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