Editorial nº 621 – 1/8/2013

isabel

Caros leitores,

Na geração que me teve, crescemos pequeninos num mundo que nos pertencia, com a felicidade fácil que a ingenuidade nos permitiu. Quantas vezes não desejei voltar a esses tempos, de cartas no correio, telefones fixos em casa e crianças a brincar na rua, só para a ingenuidade me permitir achar uma vez mais que está tudo bem, que o mundo é como os meus pais me ensinaram que deveria ser. Tornar-se assinante para continuar a ler…

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